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MIT usa ultrassom para tirar água potável do ar

Nova tecnologia converte umidade em água limpa, até mesmo em regiões muito secas

macroverso2701 by macroverso2701
dezembro 4, 2025
in Astro Macroverse, Ciência & Descobertas
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MIT usa ultrassom para tirar água potável do ar
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MIT usa ultrassom para tirar água potável do ar

Nova tecnologia converte umidade em água limpa, até mesmo em regiões muito secas.

Protótipo desenvolvido por engenheiros do MIT que utiliza ondas ultrassônicas para separar gotículas de água do ar mesmo em ambientes áridos.
Protótipo do MIT usa vibrações ultrassônicas para separar gotículas de água do ar. Crédito: MIT.

Uma nova forma de produzir água potável

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) criaram um dispositivo capaz de extrair água potável do ar usando ondas ultrassônicas. O sistema funciona mesmo em locais com umidade extremamente baixa, abrindo caminho para levar água limpa a regiões secas e afetadas por escassez hídrica.

O princípio por trás do aparelho é parecido com o funcionamento de um desumidificador: ele condensa a umidade do ar e a transforma em líquido. Mas, enquanto os desumidificadores tradicionais precisam resfriar o ar — um processo que consome muita energia —, o novo sistema do MIT consegue separar a água sem precisar de refrigeração.

Como a tecnologia funciona

O dispositivo utiliza ondas de ultrassom de alta intensidade para provocar vibrações no ar. Essas ondas fazem com que pequenas gotículas de névoa se agrupem e se separem do fluxo de ar. Depois, essas gotículas são capturadas e transformadas em água pura.

Segundo os engenheiros, as ondas ultrassônicas criam um tipo de “empurrão” que expulsa as gotículas de água do fluxo de ar. Em um estudo publicado em Advanced Materials, a equipe demonstrou que o sistema pode remover até 99% da umidade existente em um fluxo de ar, com baixo consumo de energia.

“É uma maneira eficiente de capturar água quando há pouca umidade”, explicou Xiaojing Su, engenheiro do MIT e um dos autores do projeto.

Água limpa até em regiões áridas

Esse tipo de tecnologia pode ser crucial em áreas afetadas pela seca ou falta de infraestrutura de água potável. Como não depende de eletricidade pesada nem de componentes caros, pode ser utilizado em sistemas portáteis ou dispositivos de emergência.

Os cientistas acreditam que o mecanismo poderá ser aplicado em purificadores de ar, sistemas de ventilação e usinas de dessalinização, ajudando a reduzir o consumo de energia desses equipamentos e tornando o processo de obtenção de água mais sustentável.

 

O impacto ambiental e futuro da tecnologia

Os pesquisadores do MIT afirmam que a tecnologia tem potencial para ajudar comunidades vulneráveis diante do agravamento das mudanças climáticas. À medida que o ar se torna mais quente e seco em várias regiões do planeta, métodos tradicionais de extração de água se tornam menos eficientes, e soluções baseadas na umidade atmosférica podem ser uma alternativa viável.

Atualmente, a equipe trabalha em uma versão aprimorada do sistema, com foco em diminuição de custos e melhorias de eficiência. O objetivo é tornar o equipamento prático para uso em locais com climas desérticos ou semiáridos, onde o acesso à água potável é um desafio crescente.

Perguntas frequentes

Como o dispositivo do MIT gera água?
Ele usa ondas ultrassônicas que fazem o ar vibrar. Essa vibração separa gotículas microscópicas de água, que são coletadas e purificadas.
Essa tecnologia funciona em locais muito secos?
Sim. Diferente dos desumidificadores comuns, o sistema não depende de refrigeração e pode operar com níveis muito baixos de umidade.
Quando estará disponível comercialmente?
O MIT ainda está testando versões experimentais. A expectativa é desenvolver protótipos mais acessíveis nos próximos anos.
Qual é a principal vantagem sobre os métodos atuais?
Ela consome pouca energia, não precisa resfriar o ar e pode funcionar em ambientes áridos, tornando-se mais sustentável e econômica.
Fonte: Live Science — Artigo de autoria original da equipe editorial da Live Science.


Tags: água potável do arclima secocondensaçãodesumidificaçãoengenharia ambientalextração de águainovaçãoMITtecnologia sustentávelultrassom
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